Toda transformação começa com uma faísca. A minha nasceu de um incômodo.
De perceber que eu estava encolhendo pra caber em moldes que nem deviam existir. De perceber que se expressar no mundo não devia ser um ato de coragem — devia ser o mínimo.
A Faísca surgiu quando entendi que um detalhe tão pequeno quanto uma unha — e que eu sempre amei — podia ser muito mais do que estética. Podia ser identidade. Uma das tantas formas que a gente tem pra se expressar.
A Faísca é uma arte portátil pra quem carrega o fogo de ser quem é — e faz questão de mostrar.
E sim, uma unha incrível pode, e vai, mudar tudo.